Publicado em 30/09/2010 Daniela Neves e Robson De Lazzari
O pedido de urgência para votação do projeto de Lei que autoriza a transferência do potencial construtivo para conclusão da Arena da Baixada para a Copa de 2014 foi protocolado e retirado, na manhã de ontem, na Câmara Municipal de Curitiba.
A bancada de apoio ao prefeito havia argumentado que a votação urgente seria necessária para não atrasar o cronograma das obras no estádio do Atlético.
Se o pedido fosse aprovado, o projeto não precisaria passar pelas comissões internas da Casa, de Legislação, Economia e Urbanismo, nas quais pode receber emendas. A vereadora Professora Josete (PT) reclamou do pedido de urgência dizendo que a maior parte dos vereadores ainda não havia recebido todas as informações a respeito da legalidade do projeto.
“Além disso, um dos artigos diz que algumas regras poderiam ser regulamentadas por decreto, o que seria dar uma carta em branco à prefeitura para que ela desse a forma da Lei”, disse a vereadora.
Após um acordo com as lideranças dos partidos, o pedido de urgência foi retirado, com a concordância de que o projeto passe pelas comissões rapidamente e possa ser votado nos dias 26 e 27 de outubro. “Vai atrasar um pouco o cronograma das obras, mas nada que atrapalhe”, disse o líder do prefeito na Câmara, vereador Mário Celso Cunha (PSB).
Por outro lado, apesar do pedido de urgência da bancada situacionista, a prefeitura garante não estar preocupada com o lento trâmite que o processo deve sofrer no Legislativo. Segundo Luiz de Carvalho, gestor de Curitiba para a Copa, nada está fora do previsto.
“A Câmara tem total liberdade para decidir a fórmula da votação. Se não optaram pelo regime de urgência, tudo bem. Nada sai do cronograma”, afirmou.
Apesar de assinado na segunda-feira da semana passada, o termo de cooperação entre Atlético, governo e prefeitura ainda não foi tornado público. O acordo garantiu a viabilidade econômica do projeto. Segundo a assessoria de imprensa do município, o documento já foi enviado para a impressão e pode aparecer no Diário Oficial nos próximos dias. Já o estado avisou que sua publicação oficial exibirá o termo na semana que vem.
A bancada de apoio ao prefeito havia argumentado que a votação urgente seria necessária para não atrasar o cronograma das obras no estádio do Atlético.
Se o pedido fosse aprovado, o projeto não precisaria passar pelas comissões internas da Casa, de Legislação, Economia e Urbanismo, nas quais pode receber emendas. A vereadora Professora Josete (PT) reclamou do pedido de urgência dizendo que a maior parte dos vereadores ainda não havia recebido todas as informações a respeito da legalidade do projeto.
“Além disso, um dos artigos diz que algumas regras poderiam ser regulamentadas por decreto, o que seria dar uma carta em branco à prefeitura para que ela desse a forma da Lei”, disse a vereadora.
Após um acordo com as lideranças dos partidos, o pedido de urgência foi retirado, com a concordância de que o projeto passe pelas comissões rapidamente e possa ser votado nos dias 26 e 27 de outubro. “Vai atrasar um pouco o cronograma das obras, mas nada que atrapalhe”, disse o líder do prefeito na Câmara, vereador Mário Celso Cunha (PSB).
Por outro lado, apesar do pedido de urgência da bancada situacionista, a prefeitura garante não estar preocupada com o lento trâmite que o processo deve sofrer no Legislativo. Segundo Luiz de Carvalho, gestor de Curitiba para a Copa, nada está fora do previsto.
“A Câmara tem total liberdade para decidir a fórmula da votação. Se não optaram pelo regime de urgência, tudo bem. Nada sai do cronograma”, afirmou.
Apesar de assinado na segunda-feira da semana passada, o termo de cooperação entre Atlético, governo e prefeitura ainda não foi tornado público. O acordo garantiu a viabilidade econômica do projeto. Segundo a assessoria de imprensa do município, o documento já foi enviado para a impressão e pode aparecer no Diário Oficial nos próximos dias. Já o estado avisou que sua publicação oficial exibirá o termo na semana que vem.
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